Ladislao Szabo: Efeitos da luz na arquitetura

Arquitetura é Luz é Arquitetura é …
“Nosso grande professor de iluminação é a história da arquitetura”, lembrou. Afinal, são 65 séculos de uso de luz natural na arquitetura contra apenas um século de iluminação artificial. Nos templos gregos, por exemplo, o ritmo é definido pelas colunas, que barram a luz, e pelos espaços entre elas, que filtram a luminosidade.No Panteão, templo romano encimado por uma cúpula, a iluminação provém de uma abertura circular no alto da construção, reflete nas paredes laterais e ganha uma qualidade difusa. Na igreja gótica, as paredes não são estruturais e o vão é convertido em elemento translúcido e colorido, tornando-se agente transformador da luz. A iluminação colorida desaparece na Renascença, que valoriza a luz branca, indireta.
No barroco, a luminosidade se torna o ponto central do projeto e tudo é idealizado em função da luz.

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