Garagens subterrâneas em SP

A Secretaria Municipal de Planejamento de São Paulo anunciou, em outubro de 2001, a intenção de construir garagens subterrâneas na região central de São Paulo.Os edifícios-estacionamentos seriam implantados no subsolo das praças da República e Ramos de Azevedo, além do largo do Paiçandu. A Empresa Municipal de Urbanização (Emurb), que na atual gestão de Marta Suplicy voltou a ser subordinada àquela secretaria, foi encarregada de realizar os estudos preliminares das obras, que, pretende a secretaria, seriam levadas adiante pela iniciativa privada. Em troca, o município permitiria, por regime de concessão, a exploração das garagens.A justificativa da prefeitura é que, oferecendo vagas para os veículos, mais pessoas seriam estimuladas a se deslocar até o centro, para usufruir de equipamentos culturais . “Isso vai dinamizar a região, área que hoje não é bem servida de estacionamentos”, afirmou o titular da Sempla, arquiteto Jorge Wilheim.

Passados treze anos, garagens subterrâneas ressurgem sem polêmica

A Secretaria Municipal de Planejamento de São Paulo anunciou, em outubro de 2001, a intenção de construir garagens subterrâneas na região central de São Paulo.
Os edifícios-estacionamentos seriam implantados no subsolo das praças da República e Ramos de Azevedo, além do largo do Paiçandu.

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